segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Viva os clássicos!!

Bem pessoal, esse post é só sobre coisas velhas.

Para quem gosta, esta semana encontrei um torrent dos X-MEN CLÁSSICO DA MARVEL. Com as 5 temporadas quem quiser conferir esta relíquia é só clicar e baixar o torrent pelo blog (TORRENT REACTOR)

... Muito legal mesmo. Espero que gostem.

Se eu encontrar mais eu aviso!!

Abraços,

E viva as diferenças se assim podemos dizer...


Na semana que passou tive oportunidade de visitar o Bairro de São Conrado e SEMPRE levo um susto mantendo-me em pensamentos vendo toda a divergência cultural, social....
Um lugar que tem o cm³ mais caro do Rio de Janeiro convive com tal DIFERENÇA e pelo que se pode ver, em "harmonia". Interessante e ao mesmo tempo difícil de acreditar.
Por isso esse tópico, tenho Certeza de quando você puder comparar essas diferenças, terá a mesma visão que a minha... Que bom!! viva as Diferenças!!!

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Sem etiqueta, sem preço


A nota é internacional e diz, mais ou menos assim: Aquela poderia ser mais uma manhã como outra qualquer.
Eis que o sujeito desce na estação do metrô de Nova York, vestindo jeans, camiseta e boné.
Encosta-se próximo à entrada. Tira o violino da caixa e começa a tocar com entusiasmo para a multidão que passa por ali, bem na hora do rush matinal.
Mesmo assim, durante os 45 minutos em que tocou, foi praticamente ignorado pelos passantes.
Ninguém sabia, mas o músico era Joshua Bell, um dos maiores violinistas do mundo, executando peças musicais consagradas, num instrumento raríssimo, um Stradivarius de 1713, estimado em mais de 3 milhões de dólares.
Alguns dias antes, Bell havia tocado no Symphony Hall de Boston, onde os melhores lugares custaram a bagatela de mil dólares.
A experiência no metrô, gravada em vídeo, mostra homens e mulheres de andar ligeiro, copo de café na mão, celular no ouvido, crachá balançando no pescoço, indiferentes ao som do violino.
A iniciativa, realizada pelo jornal The Washington Post, era a de lançar um debate sobre valor, contexto e arte.
A conclusão é de que estamos acostumados a dar valor às coisas, quando estão num contexto.
Bell, no metrô, era uma obra de arte sem moldura. Um artefato de luxo sem etiqueta de grife.
Esse é mais um exemplo daquelas tantas situações que acontecem em nossas vidas, que são únicas, singulares e a que não damos importância, porque não vêm com a etiqueta de preço.
Afinal, o que tem valor real para nós, independentemente de marcas, preços e grifes?
É o que o mercado diz que podemos ter, sentir, vestir ou ser?
Será que os nossos sentimentos e a nossa apreciação de beleza são manipulados pelo mercado, pela mídia e pelas instituições que detêm o poder financeiro?
Será que estamos valorizando somente aquilo que está com etiqueta de preço?
Uma empresa de cartões de crédito vem investindo, há algum tempo, em propaganda onde, depois de mostrar vários itens, com seus respectivos preços, apresenta uma cena de afeto, de alegria e informa: Não tem preço.
E é isso que precisamos aprender a valorizar. Aquilo que não tem preço, porque não se compra.
Não se compra a amizade, o amor, a afeição. Não se compra carinho, dedicação, abraços e beijos.
Não se compra raio de sol, nem gotas de chuva.
A canção do vento que passa sibilando pelo tronco oco de uma árvore é grátis.
A criança que corre, espontânea, ao nosso encontro e se pendura em nosso pescoço, não tem preço.
O colar que ela faz, contornando-nos o pescoço com os braços não está à venda em nenhuma joalheria. E o calor que transmite dura o quanto durar a nossa lembrança.
* * *
O ar que respiramos, a brisa que embaraça nossos cabelos, o verde das árvores e o colorido das flores é nos dado por Deus, gratuitamente.
Pensemos nisso e aproveitemos mais tudo que está ao nosso alcance, sem preço, sem patente registrada, sem etiqueta de grife.
Usufruamos dos momentos de ternura que os amores nos ofertam, intensamente, entendendo que sempre a manifestação do afeto é única, extraordinária, especial.
Fiquemos mais atentos ao que nos cerca, sejamos gratos pelo que nos é ofertado e sejamos felizes, desde hoje, enquanto o dia nos sorri e o sol despeja luz em nosso coração apaixonado pela vida.

Créditos:
Redação do Momento Espírita, a partir de comentário
de Willian Hazlitt, que circula pela Internet.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Nunca sabemos o dia de amanhã! Não é verdade!


Amigos, tenho uma amiga seu nome é: Regina Averbug e está no CTI, com leucemia, precisando urgentemente de doação de sangue A+ porém os doadores devem ser homens. Meninos, se vocês são A+, puxa vida, passem neste endereço e doem . Podem até ligar para agendar para não ficar esperando. Meninas se vocês conhecem alguém indique ok?

Nunca sabemos quando iremos precisar. Quem puder ajudar ficaremos agradecidos.

Pró-Cardiaco


R= General Polidoro Nº 192, Botafogo de 08h:00 às 14h:30

Nome: Regina Averbug
Tel: 2528-1702 (ligue e agende)

Obrigada GNT, Obrigada!

Muita paz e desde já agradeço,

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Na vida o que é mais importante?

Dando um crédito a Empresa responsável.... Muito bem feito.... Um comercial que deveria passar todos os dias!
E Você, como tem apreciado a vida!?

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sexta-feira, 4 de setembro de 2009

As duas faces do racismo...

Esse, eu nem comento.... Deixo para vocês...
Até quando?
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MUDE, QUE A QUANDO A GENTE MUDA O MUNDO MUDA COM A GENTE.

Beijos,

O que você anda iluminando?

Lâmpadas e inteligências

As lâmpadas servem para iluminar. Para isso, são dotadas de potências de iluminação diferentes.
Há lâmpadas de 60 watts, de 100 watts, de 150 watts... Esse número em watts diz o poder de iluminação da lâmpada.
Também as inteligências servem para iluminar.
Nos gibis, o desenhista, para dizer que um personagem teve uma boa ideia, desenha uma lâmpada acesa sobre a sua cabeça.
As inteligências, à semelhança das lâmpadas, também têm potências de iluminação diferentes.
Os homens inventaram testes para medir a “wattagem” das inteligências.
Ao poder de iluminação das inteligências deram o nome de “QI”, coeficiente de inteligência.
As inteligências não são iguais. Pessoas a quem os testes inventados pelos homens atribuíram um QI 200, têm um poder muito grande para iluminar.
Alguns, para se gabar, chegam a mostrar sua carteirinha, dizendo que sua inteligência tem uma “wattagem” alta.
Mas, nós não olhamos para as lâmpadas. As lâmpadas não são para serem vistas. As lâmpadas valem pelas cenas que iluminam e não pelo brilho.
Olhar diretamente para a lâmpada ofusca a visão.
Há inteligências de “wattagem” 200 que só iluminam esgotos e cemitérios. E há inteligências modestas, como se fossem nada mais do que a chama de uma vela, que iluminam sorrisos.
Uma lâmpada não tem vontade própria. Ela ilumina o objeto que o seu dono escolhe para ser iluminado.
A inteligência, como as lâmpadas, não tem vontade própria. Ela ilumina os objetos que o coração do seu dono determina que sejam iluminados.
A inteligência de quem ama dinheiro ilumina dinheiro, a inteligência dos criminosos ilumina o crime, a inteligência dos artistas ilumina a beleza.
A inteligência é mandada. Só lhe compete obedecer.
* * *
As considerações luminosas de Rubem Alves nos fazem pensar um pouco a respeito de como estamos utilizando este grande instrumento que temos – a inteligência.
O que temos iluminado com ela? O que temos feito desta grande habilidade da qual dispomos?
Allan Kardec deixa claro que a inteligência nem sempre é penhor de moralidade, e o homem mais inteligente pode fazer um uso pernicioso das suas faculdades.
Assim, ter uma inteligência avantajada não significa ser um homem de bem, não significa ser uma alma evoluída.
É necessário que essa inteligência esteja sendo canalizada para o bem, para a civilização e aperfeiçoamento da Humanidade.
A mesma inteligência que desenvolve uma arma química pode desenvolver vacinas e remédios.
A mesma inteligência que manipula as leis e as pessoas em benefício próprio, pode ser a inteligência que auxilia, que defende os fracos e oprimidos.
A mesma inteligência das estratégias criminosas de usurpação do dinheiro público pode ser utilizada na reconstrução de cidades, na restituição da dignidade de povos abandonados por interesses materialistas.
Basta que a lâmpada ilumine o que deve iluminar, basta que façamos escolhas acertadas e demos ordens corretas à nossa inteligência.
A inteligência, como as lâmpadas, não tem vontade própria. Ela ilumina os objetos que o coração do seu dono determina que sejam iluminados.

Uma reflexão para o fim de semana..
quem quiser receber semanalmente mensagens edificantes em sua caixa
de e-mails (clique aqui) e disponibilize seu e-mail.

Abraços,

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

A sensatez de um Ser Humano.

ATÉ QUANDO SEREMOS FANTOCHES III?

Bem pessoal, continuando a semana de coisas interessantes, protestos e SENSATEZ hoje é dia de música sim, porém música diferente.... Aquela dita a quem tem ouvidos para ouvir.

Estava demorando mais alguém falou o que muitos deixam no pensamento.....

clique na imagem para ler o comentário...


Essa pergunta foi à vencedora em um congresso sobre vida sustentável.

Todo mundo pensando em deixar um planeta melhor para nossos filhos.... Quando é que pensarão em deixar filhos melhores para o nosso planeta?

Passe adiante! Precisamos começar JÁ!
Uma criança que aprende o respeito e a honra dentro de casa e recebe o exemplo vindo de seus pais, torna-se um adulto comprometido em todos os aspectos, inclusive em respeitar o planeta onde vive...
Agradeço a Esther minha querida amiga por me tirar do escuro com esse pequeno e-mail...

Deixo os comentários para vocês...

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

ATÉ QUANDO SEREMOS FANTOCHES II ?

Oi pessoal a música de hj é uma que das que me deixam mais pensativas. O sentimento que levou Geraldo Vandré a escrever tal letra. O sentimento era muito forte e pelo que pude estudar em geografia política com meu nobre professor Edson, nossa o SENTIMENTO foi de patriota... Porém não atendeu as expectativas. Mais e as nossas?? E os jovens que a conhecem será que a conhece?? Analise bem a letra ouça e faça você também sua parte. Quando ele diz:"Somos todos iguais braços dados ou não nas escolas, nas ruas campos, construções" somos iguais de verdade, quando temos que lutar por algo que nos é incomum. Contra o silêncio, o descaso, a injustiça, aos corruptos que não fazem por onde cuidar de nossos impostos e nem decidir por nós mais eles estão lá. Será que é verdade: todo ser humano tem um preço? QUAL É O SEU PREÇO?
Dizem que Geraldo Vandré ainda vive anônimo pelas ruas como mendigo com vergonha de ser brasileiro por que o povo não luta mais por seus direitos.
No final da música tem o link disponibilizado na internet, ouçam, alimentem-se e não deixem de lutar. JOVEM, UNIVERSITÁRIO.... Temos direitos... Eles não podem calar nossas vozes....

Curiosidade: A canção Pra não dizer que não falei de flores foi usada em 2006 pelo Governo Federal como trilha musical para publicidade de suas Políticas de Educação como o ProUni e o ENEM, sendo executada em um ritmo diferente. Dessa forma, a música que foi considerada uma ameaça ao governo ditatorial passou a ser usada para publicidade do governo no período democrático.

PARA NÃO DIZER QUE NÃO FALEI DAS FLORES (Geraldo Vandré)






Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Somos todos iguais
Braços dados ou não
Nas escolas, nas ruas
Campos, construções
Caminhando e cantando
E seguindo a canção...

Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer...

Pelos campos há fome
Em grandes plantações
Pelas ruas marchando
Indecisos cordões
Ainda fazem da flor
Seu mais forte refrão
E acreditam nas flores
Vencendo o canhão...

Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer...

Há soldados armados
Amados ou não
Quase todos perdidos
De armas na mão
Nos quartéis lhes ensinam
Uma antiga lição:

De morrer pela pátria
E viver sem razão...

Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer...

Nas escolas, nas ruas
Campos, construções
Somos todos soldados
Armados ou não
Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Somos todos iguais
Braços dados ou não...

Os amores na mente
As flores no chãoA certeza na frente
A história na mão
Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Aprendendo e ensinando
Uma nova lição...

Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer...

PARA NÃO DIZER QUE NÃO FALEI DAS FLORES (DOWNLOAD MP3)

PARA ASSITIR AO VÍDEO CLIQUE AQUI

MUDA!! Que quando a gente muda o mundo MUDA com a gente! E MUDA com a mudança da mente... Salve Gabriel Pensador!

Até a próxima galera!

MUDAA!

Abraços,

terça-feira, 1 de setembro de 2009

ATÉ QUANDO SEREMOS FANTOCHES?

Começando mês de Setembro, postarei músicas que levam seres humanos como nós, se que somos... se é que temos sentimentos para lutar contra o que é errado a favor do certo mesmo que este não te favoreça? É minha gente é difícil ser num mundo onde sempre quem sai ganhando é o mais forte... Literalmente. Que possamos pensar a partir desses trechos, onde nos encaixamos? Será que nos encaixamos? E mesmo assim, seriamos capazes de ajudar ou somos só mais um...
Ser mais um quer dizer qualquer um... Aposto que ninguém gosta de se sentir assim por isso pense. Você tem esse poder... Faça jus a sua genética única e seja mesmo....
Para a reflexão de todos nós... Façamos o diferencial... Só assim a gente muda...

ATÉ QUANDO?

Não adianta olhar pro céu com muita fé e pouca luta
Levanta aí que você tem muito protesto pra fazer e muita greve
Você pode e você deve, pode crer
Não adianta olhar pro chão, virar a cara pra não ver
Se liga aí que te botaram numa cruz e só porque Jesus sofreu
Num quer dizer que você tenha que sofrer


Até quando você vai ficar usando rédea
Rindo da própria tragédia?
Até quando você vai ficar usando rédea
Pobre, rico ou classe média?
Até quando você vai levar cascudo mudo?
Muda, muda essa postura
Até quando você vai ficando mudo?
Muda que o medo é um modo de fazer censura
Até quando você vai levando porrada, porrada?
Até quando vai ficar sem fazer nada?

Até quando você vai levando porrada, porrada?
Até quando vai ser saco de pancada?
Você tenta ser feliz, não vê que é deprimente
Seu filho sem escola, seu velho tá sem dente
Você tenta ser contente, não vê que é revoltante
Você tá sem emprego e sua filha tá gestante
Você se faz de surdo, não vê que é absurdo
Você que é inocente foi preso em flagrante
É tudo flagrante
É tudo flagrante

A polícia matou o estudante
Falou que era bandido, chamou de traficante
A justiça prendeu o pé-rapado
Soltou o deputado e absolveu os PM's de Vigário

A polícia só existe pra manter você na lei
Lei do silêncio, lei do mais fraco:
Ou aceita ser um saco de pancada ou vai pro saco


A programação existe pra manter você na frente
Na frente da TV, que é pra te entreter
Que pra você não ver que programado é você

Acordo num tenho trabalho, procuro trabalho, quero trabalhar
O cara me pede diploma, num tenho diploma, num pude estudar
E querem que eu seja educado, que eu ande arrumado que eu saiba falar
Aquilo que o mundo me pede não é o que o mundo me dá

Consigo emprego, começo o emprego, me mato de tanto ralar
Acordo bem cedo, não tenho sossego nem tempo pra raciocinar
Não peço arrego mas na hora que chego só fico no mesmo lugar
Brinquedo que o filho me pede num tenho dinheiro pra dar

Escola, esmola
Favela, cadeia
Sem terra, enterra
Sem renda, se renda. Não, não